Este projeto revisita crônicas pessoais da minha adolescência e usa fragmentação, tipografia, ritmo e silêncio para transformar a linguagem escrita em material visual. Ao fazer isso, explora memória, identidade e mudança.
A série entende a intimidade como um sistema: como ela se forma, colapsa e se dissolve. Estados emocionais são traduzidos em estruturas visuais, revelando o conceito e o sentimento de cada texto, bem como as conexões entre eles.





